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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Copa Sul-Americana 2014: os classificados para a segunda fase



Conhecemos nessa semana os dezesseis clubes classificados para a segunda fase da Copa Sul-Americana 2014. Como já dissemos aqui no blog, as 32 equipes foram divididas em duas chaves regionais (Zona Norte e Zona Sul) onde os confrontos ocorreram dentro dessas chaves. Da Zona Norte classificaram os seguintes times: Nacional e Deportivo Cali (Colômbia), Universidad Católica, Independiente del Valle, Emelec e Barcelona (Equador), Universidad César Vallejo (Peru) e Caracas (Venezuela). Da Zona Sul passaram para a próxima fase Universitário de Sucre (Bolívia), Huachipato (Chile), Cerro Porteño, Libertad, General Diaz e Deportivo Capiatá (Paraguai) mais Peñarol e River Plate (Uruguai).
Na segunda fase os oito vencedores da Zona Norte enfrentam os oito da Zona Sul sendo que os vitoriosos garantem vaga nas oitavas de final. Simultaneamente foram jogadas as partidas de ida envolvendo clubes brasileiros já pela segunda fase. Semana que vem teremos os jogos de volta da chave brasileira e os confrontos de ida entre argentinos:

jogos de volta da primeira fase 

26/08 terça-feira
San José-BOL 2x3 Huachipato-CHI
Deportes Iquique-CHI 1x0 Universidad de Sucre-BOL
Emelec-EQU 2x1 Aguilas Doradas-COL
Deportivo Anzoátegui-VEN 1x1 Universidad Católica-EQU (nos pênaltis 4x5)
Cerro Porteño-PAR 0x1 Rentistas-URU


27/08 quarta-feira
Cobresal-CHI 2x2 General Diaz-PAR
Libertad-PAR 3x0 Nacional Potosí-BOL
River Plate-URU 3x0 Universidad Católica-CHI
Alianza Lima-PER x Barcelona-EQU
Nacional-COL 1x0 Deportivo La Guaira-VEN
Independiente del Valle-EQU 1x1 Trujillanos-VEN


28/08 quinta-feira
Danúbio-URU 2x2 Deportivo Capiatá-PAR
Jorge Wilstermann-BOL 0x4 Peñarol-URU
Caracas-VEN 1x0 Inti Gas-PER
Deportivo Cali-COL 3x0 Univ. Técnica Cajaamrca-PER
Univ. César Vallejo-PER 2x2 Millonarios-COL

jogos de ida da segunda fase (somente entre clubes brasileiros)

27/08 quarta-feira
Internacional 0x2 Bahia

28/08 quinta-feira
Sport 0x1 Vitória
Criciúma 2x1 São Paulo
Fluminense 2x1 Goiás

jogos de ida da segunda fase (entre clubes argentinos)

02/09 terça-feira
Gimnasia y Esgrima x Estudiantes

03/09 quarta-feira
Godoy Cruz x River Plate

04/09 quinta-feira
Rosário Central x Boca Jr

jogos de volta da segunda fase (entre clubes brasileiros)

03/09 quarta-feira
Vitória x Sport
Goiás x Fluminense

04/09 quinta-feira
São Paulo x Criciúma
Bahia x Internacional

Os jogos de ida da segunda fase envolvendo os vencedores da primeira fase acontecerão entre os dias 10 e 18 de setembro. Os confrontos serão esses:

Zona Norte x Zona Sul

Caracas-VEN x Deportivo Capiatá-PAR
Nacional-COL x General Diaz-PAR
Universidad Católica-EQU x Huachipato-CHI
Barcelona-EQU x Libertad-PAR
Independiente del Valle-EQU x Cerro Porteño-PAR
Deportivo Cali-COL x Peñarol-URU
Univ. César Vallejo-PER x Univ. Sucre-BOL
Emelec-EQU x River Plate-URU




Os brasileiros na Copa Sul-Americana

Ao todo tivemos trinta clubes brasileiros jogando a Copa Sul-Americana, sendo que somente Internacional em 2008 e o São Paulo em 2012 levantaram o troféu. Outros três clubes também chegaram a uma final, mas acabaram com o vice: Fluminense em 2009, Goiás em 2010 e a Ponte Preta no ano passado.
Esse ano o futebol brasileiro será representado por Bahia, Criciúma, Fluminense, Goiás, Internacional, São Paulo, Sport e Vitória.
Pensando no tema, o blog listou pra você todos os brasileiros que um dia jogaram a Copa Sul-Americana e em qual fase atingiu nas participações e só lembrando que na primeira edição do torneio em 2002 os clubes brasileiros ficaram de fora:

2003
Semifinais  São Paulo
Quartas  Santos
Oitavas  Fluminense e São Caetano
Fase brasileira  Internacional, Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Atlético MG, Grêmio, Vasco e Cruzeiro

2004
Semifinais  Internacional
Quartas Santos
Oitavas São Paulo e Cruzeiro
Segunda fase brasileira  São Caetano, Goiás, Grêmio e Flamengo
Primeira fase brasileira  Coritiba, Figueirense, Atlético MG e Paraná

2005
Quartas  Corinthians, Fluminense e Internacional
Oitavas Cruzeiro
Fase brasileira Santos, São Paulo, Juventude e Goiás

2006
Semifinais  Atlético PR
Oitavas Santos, Fluminense e Corinthians
Fase brasileira Paraná, Cruzeiro, Vasco e Botafogo

2007
Quartas São Paulo e Vasco
Oitavas Botafogo e Goiás
Fase brasileira  Atlético PR, Corinthians, Figueirense e Cruzeiro

2008
Campeão  Internacional
Quartas  Botafogo e Palmeiras
Oitavas Atlético PR
Fase brasileira  São Paulo, Grêmio, Vasco e Atlético MG

2009
Vice Fluminense
Quartas Botafogo
Oitavas  Goiás, Internacional e Vitória
Fase brasileira  Atlético MG, Coritiba, Flamengo e Atlético PR

2010
Vice  Goiás
Semifinais  Palmeiras
Quartas Atlético MG e Avaí
Fase brasileira  Vitória, Santos, Grêmio e Grêmio Prudente

2011
Semifinais  Vasco
Oitavas  Botafogo, São Paulo e Flamengo
Fase brasileira  Palmeiras, Atlético MG, Ceará e Atlético PR

2012
Campeão  São Paulo
Quartas  Grêmio
Oitavas  Palmeiras e Atlético GO
Fase brasileira  Bahia, Figueirense, Coritiba e Botafogo

2013
Vice Ponte Preta
Semifinais São Paulo
Oitavas Bahia, Sport e Coritiba
Fase brasileira Portuguesa, Criciúma, Náutico e Vitória

Em número de participações (já contando a atual edição)

9 participações
São Paulo 2003, 2004, 2005, 2007,2008, 2011, 2012, 2013 e 2014

6 participações
Atlético MG 2003, 2004, 2008, 2009,2010 e 2011
Botafogo 2006, 2007, 2008, 2009, 2011 e 2012
Goiás 2004, 2005, 2007, 2009, 2010 e 2014
Internacional 2003, 2004, 2005, 2008, 2009 e 2014

5 participações 
Cruzeiro 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007
Grêmio 2003, 2004, 2008, 2010 e 2012
Palmeiras 2003, 2008, 2010, 2011 e 2012
Santos 2003, 2008, 2010, 2011 e 2012
Vasco 2003, 2006, 2007, 2008 e 2011
Fluminense 2003, 2005, 2006, 2009 e 2014
Atlético Paranaense 2006, 2007, 2008, 2009 e 2012

4 participações
Corinthians 2003, 2005, 2006 e 2007
Coritiba 2004, 2009, 2012 e 2013
Flamengo 2003, 2004, 2009 e 2011
Vitória 2009, 2010, 2013 e 2014

3 participações
Figueirense 2004, 2007 e 2012
Bahia 2012, 2013 e 2014

2 participações
Paraná  2004 e 2006
São Caetano 2003 e 2004
Criciúma 2013 e 2014
Sport 2013 e 2014

1 participação
Atlético GO 2012
Ceará 2011
Juventude 2005
Náutico 2013
Ponte Preta 2013
Portuguesa 2013
Grêmio Prudente 2010
Avaí 2010
  



Centenário do Palmeiras



Na última terça-feira dia 26 um dos maiores clubes de futebol da América do Sul completou cem anos: trata-se da Sociedade Esportiva Palmeiras, campeão da Libertadores de 1999, oito vezes campeão nacional e um dos times mais populares do Brasil. E o blog traz pra você em dois capítulos a história do Palmeiras. A primeira parte contaremos como foram esses cem anos de vida e na segunda parte os números, as conquistas, as curiosidades e as estatísticas:

Nasce o Palestra Itália


Empolgados pelas visitas de dois clubes da Itália (Pro Vercelli e Torino), descendentes da colônia italiana em São Paulo resolveram se juntar e formar um clube de futebol que os representassem nos gramados. Daí dia 26 de agosto de 1914 surgia a Societá Sportiva Palestra Itália. Ao contrário de outros clubes de origem italiana que não se preparavam adequadamente e após várias derrotas eram extintos, o Palestra esperou cinco meses para jogar sua primeira partida e assim obteve êxito logo nos seus primeiros anos de vida.
A primeira partida foi contra outro clube de origem italiana, o Savóia de Votorantim no dia 24 de janeiro de 1915 com vitória palestrina por dois a zero. Seu primeiro campeonato oficial foi o paulista de 1916 terminando em sexto entre sete participantes.

Do amador ao profissionalismo

Em 1917 veio o primeiro confronto contra aquele que viria a ser seu principal rival: 3 a 0 em cima do Corinthians, na época três anos invicto. Nascia aí uma das maiores rivalidades do planeta.
Em 1920 o primeiro título, o do campeonato paulista conquistado sobre o fortíssimo Paulistano. Nesse mesmo ano adquire o estádio do Parque Antártica, na época o mais importante estádio paulistano. Outros três estaduais seriam conquistados até o fim do amadorismo (sendo dois deles com 100% de aproveitamento) e início da era profissional em 1933. Seu grande jogador na era amadora seria Heitor, autor de 327 gols em 358 jogos disputados entre 1916 a 1931 tornando-se até hoje o maior artilheiro da história do clube.

Início da era profissional

Já no primeiro ano do profissionalismo em 1933 dois títulos conquistados simultaneamente: o estadual e o recém criado Rio-São Paulo, ambos ganhos em cima do São Paulo da Floresta. Mas o melhor ainda estava por vir... Nesse mesmo ano o clube aplicaria a maior goleada sofrida pelos rivais corintianos em toda a sua história: 8 a 0 com direito a quatro gols do ídolo Romeu. No ano seguinte mais um título e somados aos dois estaduais anteriores, o Palestra seria tricampeão paulista pela primeira e única vez. Ganharia ainda os estaduais de 1936 e 1940 antes da mudança do nome para Palmeiras.

De Palestra a Palmeiras


Corria o ano de 1942. Em meio a Segunda Guerra Mundial o governo brasileiro declara apoio aos países aliados e fica contrário aos do eixo (Itália, Alemanha e Japão) fazendo com que todos os clubes e as instituições ligados a eles teriam que mudar de nome sob risco de confisco de bens. A primeira mudança foi para Palestra de São Paulo que durou pouco, pois o nome não agradou ao governo. Foi aí que surgiu a idéia de mudança para Palmeiras, em homenagem a um antigo clube extinto da capital.
A estréia da Sociedade Esportiva Palmeiras aconteceu no dia 20 de setembro na final do Campeonato Paulista diante do São Paulo. A imagem dos jogadores entrando no gramado do Pacaembu segurando a bandeira brasileira ficaria para a história. No fim, vitória alviverde por três a um com direito a abandono de campo por parte dos são-paulinos.

A Copa Rio


Ainda tristes devido a traumática derrota da seleção brasileira para o Uruguai em 1950 no tal “Maracanazo,” os dirigentes da antiga CBD criaram a Copa Rio, uma espécie de Mundial de Clubes onde participariam os principais times da época para acalmar a torcida brasileira. O torneio, reconhecido pelos palmeirenses e não pela FIFA como campeonato mundial fora jogado no Rio e em São Paulo por oito clubes da América do Sul e Europa. Na final em dois jogos, vitória por 1 a 0 e empate por 2 a 2 frente a italiana Juventus deu ao clube o status de “campeão mundial” na época.
Reconhecido ou não pela FIFA e demais clubes e associações, vale ressaltar que a Copa Rio foi a primeira tentativa de se organizar um torneio intercontinental de clubes e que membros da própria FIFA ajudaram na realização da competição e que o mesmo acabou inspirando na criação da antiga Copa dos Campeões da Europa (hoje Liga dos Campeões) e a Taça Libertadores da América, além da Copa Intercontinental chamada pelos sul-americanos de Mundial Interclubes.

As duas Academias


Depois da Copa Rio, o Palmeiras só viria a conquistar um título em 1959. Um ano depois venceria a Taça Brasil, primeira competição de caráter nacional, o que valeria o direito de jogar a Libertadores de 1961, onde terminaria vice após perder a decisão para o Peñarol-URU. Foi aí que surgiu a “Primeira Academia” com jogadores renomados e vencedores. Nos anos 60 o clube foi ao lado do Botafogo os únicos a bater de frente com o Santos de Pelé. Conquistaria os estaduais de 1963 e 1966, o Rio-São Paulo de 1965 e em nível nacional a Taça Brasil de 1967, além de dois Roberto Gomes Pedrosa, antecessor do atual Brasileirão em 1967 e em 1969. Em 1965 chegou a representar a Seleção Brasileira ao jogar um amistoso contra o Uruguai nos festejos de inauguração do estádio Mineirão, com vitória alviverde (ou brasileira) por três a zero.


A “Segunda Academia” surgiu após o vice da Libertadores de 1968 onde que ao priorizar o torneio sul-americano por pouco não fora rebaixado no estadual. Isso fez com que houvesse uma reformulação e que daria frutos nos anos 70 com vários títulos conquistados: Campeonatos Paulista de 1972, 1974 e 1976 e os Brasileirões de 1972 e 1973. Presente nas duas Academias, Ademir da Guia tornaria-se o jogador mais importante da história do clube, sendo recordista em títulos, jogos e ainda o terceiro maior artilheiro do Palmeiras.
Único fato a lamentar foi que essa supremacia nacional não foi vista na Libertadores: nas quatro participações na década de 70 em apenas uma o Palmeiras passou da fase de grupos.

Jejum de títulos

Ao vencer o Paulistão de 1976, ninguém poderia imaginar que ali seria a última conquista antes de uma dolorosa seca de títulos que duraria por dezessete anos. Curiosamente seu jejum iniciou no mesmo ano que terminou o de seu maior rival. Entre os anos de 1976 a 1993 foram apenas três decisões e em todas o clube saiu derrotado: Brasileirão de 1978 e os Paulistões de 1986 e 1992. Más administrações, jogadores de qualidade duvidosa, caprichos do regulamento de algumas competições e até falta de sorte contribuíram para o jejum doloroso. Muitas vezes o clube até realizava boas campanhas, mas não conseguia dar continuidade e terminar campeão. Mas a partir dos anos 90 a coisa iria mudar...

A era Parmalat e a conquista da Libertadores


Em 1992 foi assinado um contrato de co-gestão com a multinacional italiana de laticínios Parmalat que fez com que a empresa injetasse dinheiro no clube e contratasse os melhores jogadores, além da mudança no uniforme que agora sustentaria listras verticais brancas sobre um verde mais claro. Já no primeiro ano de parceria a primeira final em seis anos na qual terminaria vice estadual. No ano seguinte enfim o Palmeiras terminaria com o jejum ao vencer seu maior rival na decisão do Paulistão. Ainda em 1993 mais dois títulos: do Rio-São Paulo e o Brasileirão, competição que não vencia havia vinte anos. No ano seguinte vieram os bicampeonatos paulista e brasileiro e foi assim até o fim da parceria, voltando a ser protagonista dos torneios que disputava.
Em 1996 foi campeão paulista saindo vitorioso em 27 dos trinta jogos que fez e marcando 102 gols. Dois anos depois as conquistas das Copas do Brasil e Mercosul e a vaga para a Libertadores de 1999 onde depois de bater na trave por duas vezes nos anos 60 finalmente o clube a conquistava. O maior sonho da história do clube, de ser o melhor da América enfim se tornava realidade. Pena que no final do ano veio a tristeza pela perda do Mundial Interclubes meio que esquecida na temporada seguinte com direito a mais uma final de Libertadores onde pela segunda vez seguida eliminaria o Corinthians do torneio. O título não veio, e com o fim da parceria no ano 2000 estava encerrada uma das décadas mais vitoriosas da história do clube, que ficaria conhecida como a era Parmalat.



Dois rebaixamentos em dez anos

Três anos após conquistar a América, o inimaginável aconteceria: a queda para a segunda divisão nacional. Assimilado o baque, o que se viu foi uma união entre time e torcida e apostando em jogadores da base o clube no ano seguinte já estava de volta à elite, onde terminaria com a classificação à Libertadores. Na competição sul-americana, porém não repetiria as boas atuações do final dos anos 90 e começo dos anos 2000. Mas os títulos não vinham até a conquista do Paulistão de 2008, competição que não ganhava desde o time dos cem gols de 1996. Mais duas decepções traumáticas na década ainda seriam vividas com a perda do Brasileirão quase que ganho em 2009 e a eliminação em casa nas semifinais da Copa Sul-Americana do ano seguinte. Mas nada mais terrível do que estaria por vir...
Em 2012 a conquista invicta da Copa do Brasil fez com que o clube se tornasse o maior campeão nacional do país. Só que ao priorizar a competição caiu pelas tabelas no Brasileirão e não conseguiria escapar do seu segundo rebaixamento da sua história, isso em apenas dez anos da primeira queda!

Parque Antártica, Palestra Itália e Allianz Parque




Ainda na década passada fora assinado um acordo com a construtora W Torre para a reforma do antigo Palestra Itália. As obras, iniciadas em 2010 já estão em sua fase final e o estádio deverá ser entregue ainda esse ano. Batizada de Allianz Parque através de escolha popular e em alusão a empresa que pagará os “naming rights” pelos próximos vinte anos, o novo estádio palmeirense terá a capacidade de mais de 45 mil torcedores e será uma das arenas esportivas mais modernas do mundo e também será palco de outras atrações como shows musicais, por exemplo. A W Torre administrará o estádio por trinta anos e terá participação nas receitas da nova arena enquanto que a renda dos jogos ficará com o clube.
Essa não foi a primeira grande reforma do antigo Palestra Itália: ao adquirir o estádio em 1920 junto a Cia. Antártica Paulista (daí o nome) houve a substituição da arquibancada de madeira por concreto e após treze anos de reformas reinaugurava com o nome de Palestra Itália. Outra grande transformação aconteceria mais tarde onde em 1964 o estádio seria todo remodelado com o chamado “jardim suspenso”, devido ao gramado ser mais alto que o nível da rua por ter vestiários construídos em seu subsolo. Depois houve alguns ajustes aqui e ali como a construção de um lance de arquibancadas que permitiu a união da mesma com as numeradas descobertas deixando o estádio com aspecto de ferradura nos anos 90 e ainda a instalação de cadeiras em um setor específico, chamado de “setor Visa.”
A expectativa é que com a entrega do novo estádio e com as grandiosas receitas que irá gerar, o clube volta a ser protagonista e vitorioso dos campeonatos que irá disputar como foi em oito das suas dez décadas de vida.


Dia 05/09 Centenário parte II: números, curiosidades, conquistas e estatísticas do Palmeiras




As campanhas mais inusitadas da Libertadores

Apenas nessa edição que o pequeno Nacional do Paraguai passou da fase de grupos de uma Libertadores e de cara chegou a final, numa mas campanhas mais inusitadas da história da competição. Mas além dos paraguaios tivemos vários clubes que surpreenderam ao longo do tempo. Alguns chegaram inclusive a conquistar a competição, como os Argentinos Jr-ARG em 1985 e Once Caldas-COL em 2004.
Mas quais os critérios para uma campanha ser considerada surpresa ou inusitada?
O blog considerou o tamanho do clube na ocasião e a seqüência em torneios internacionais. Por essa razão que listamos os campeões acima e não Vélez Sarsfield-ARG e LDU-EQU, pois esses dois se tornaram “grandes” na América do Sul com conquistas internacionais após o título da Libertadores.
Veja a seguir as dez campanhas mais inusitadas e surpreendentes da competição:

Universitário-PER  vice campeão em 1972

Numa época em que apenas clubes argentinos, brasileiros e uruguaios chegavam à decisão, surpreendeu muita gente a presença dos peruanos do Universitário na final. Na fase de grupos deixou pra trás o rival Alianza e os chilenos Universidad de Chile e Unión San Felipe. Na fase semifinal acabou líder de um grupo que tinha nada mais nada menos que a dupla uruguaia Peñarol e o atual campeão mundial, o Nacional. Na final, empate sem gols e na volta derrota por apenas um gol (1x2) para os argentinos do Independiente.

Guarani  semifinalista de 1979

O clube do interior paulista já havia surpreendido no ano anterior quando ganhou o Campeonato Brasileiro batendo na final o Palmeiras. Na Libertadores de 1979 jogou ao lado do clube paulistano e dos peruanos Universitário e Alianza. Com cinco vitórias em seis jogos, classificou-se de maneira fácil, mas na fase semifinal acabou sucumbindo diante do Olímpia, futuro campeão daquele ano. O Guarani participou da Libertadores antes mesmo de alguns clubes brasileiros que iriam vencer a competição, como Flamengo e Grêmio, que só estrearam nos anos 80.

Cobreloa-CHI  vice campeão em 1981 e 1982

Com apenas três anos de existência, o clube da pequena cidade de Calama vencia seu primeiro campeonato chileno e em cinco era finalista da Libertadores, logo em seu ano de estréia. Deixaria pra trás na fase de grupos a Universidad de Chile e os dois representantes peruanos. Nas semifinais terminaria na frente da dupla de Montevidéu e chegaria a final invicta contra o Flamengo, em uma decisão de estreantes. Sairia derrotado, mas no ano seguinte o clube novamente estaria na decisão, desta vez contra o Peñarol. Após empate sem gols em Montevidéu, o clube uruguaio sagraria-se campeão ao marcar o gol do título aos 45 do segundo tempo.

Argentinos Jrs-ARG  campeão em 1985

Acostumados a verem o futebol argentino ser representado por Independiente, Boca, River ou mesmo Estudiantes, causou certa surpresa ao ver Argentinos Jrs e Ferro Carril Oeste na Libertadores de 1985. E ao caírem no grupo dos cariocas e mais tradicionais Vasco e Fluminense, ninguém imaginaria que um argentino avançaria. Pois foi o que aconteceu... O clube que revelou Maradona não só se classificou como terminou campeão com apenas duas derrotas deixando pra trás nas semifinais até mesmo o heptacampeão Independiente! Semifinalista em 1986, só retornaria a uma Libertadores somente 25 anos depois, em 2011. Seu último grande momento na América do Sul foi a semifinal da Copa Sul Americana de 2008 quando caiu diante de outro argentino, o Estudiantes.

Sporting Cristal-PER  vice campeão em 1997

Vinte e cinco anos depois do Universitário, outro clube peruano chegaria a uma decisão: o Sporting Cristal, que na fase de grupos se classificou em terceiro atrás dos brasileiros Grêmio e Cruzeiro, já que naquela época apenas o lanterna não avançava. No mata-mata então foi que os peruanos surpreenderam ao bater os argentinos Vélez e Racing (este levou 4 a 1) e Bolívar. Na final o reencontro com o Cruzeiro, adversário da primeira fase, e após empate sem gols no Peru vitória cruzeirense por apenas um a zero com gol de Elivélton a quinze minutos da decisão por pênaltis.

Cruz Azul-MEX  vice campeão em 2001

Já em sua primeira participação o clube da capital mexicana chegaria à decisão. Apesar de ser um dos maiores vencedores da Liga dos Campeões da Concacaf e de campeonatos nacionais, surpreendeu pelo fato dos clubes do México estar apenas na quarta Libertadores e já colocariam um time na final.
Na fase inicial foi líder em um grupo que tinha o São Caetano, o uruguaio Defensor e o equatoriano Olmedo. Nas oitavas, passou pelo Cerro Porteño. Depois eliminou dois argentinos, River e Rosário Central até pegar o Boca, outro argentino, na final. Perderia em casa por uma a zero, e enquanto todos achavam que haveria uma goleada boquense na volta, eis que os mexicanos devolvem o placar e perdem o título somente nos pênaltis. Jogaria ainda as Libertadores de 2003 e 2012, mas sem repetir a surpreendente  campanha de 2001.

São Caetano  vice campeão de 2002

Em uma Libertadores “escondida” para os brasileiros, com dois eliminados ainda na fase de grupos, restou ao pequeno clube do ABC paulista a incumbência, ao lado do Grêmio de representarem o país nos mata-matas. E o São Caetano foi mais longe do que se poderia imaginar, primeiro líder numa chave com os tradicionais Cobreloa, Cerro Porteño e Alianza. Depois nos mata-matas foram às vezes de Universidad Católica, Peñarol e América do México sentirem a força do “Azulão.” Na final diante do Olímpia, vitória no Paraguai por um a zero. Na volta o time foi para o intervalo com a vantagem de um gol no placar, mas na segunda etapa o que se viu foi uma das finais mais ganhas da história ir por água abaixo: primeiro a virada paraguaia que forçaram a decisão por pênaltis, e nas penalidades, derrota brasileira e tricampeonato do Olímpia.

Once Caldas-COL  campeão em 2004

Em um ano conhecido por “zebras” no futebol mundial, a Libertadores viu o pequeno Once Caldas faturar o título. Com apenas duas participações e sem passar da primeira fase, nem o mais fanático torcedor imaginava que seu time pudesse ser campeão. Na fase de grupos foi o primeiro eliminando o Vélez, nas oitavas o equatoriano Barcelona nos pênaltis. A partir daí vitórias somente sobre gigantes sul-americanos: Santos nas quartas, São Paulo nas semifinais e na decisão diante do Boca Jr o título veio na maior especialidade dos argentinos, as penalidades máximas após os dois jogos terminarem empatados. A partir daí o clube não fez mais boas campanhas em Libertadores e nem conseguiu se firmar entre os grandes da Colômbia.

Cúcuta-COL  semifinalista em 2007

Seguindo os passos do também colombiano Once Caldas, o Cúcuta fez história na Libertadores de 2007 ao atingir as semifinais da competição já em sua estréia. Na primeira fase foi o segundo do grupo atrás apenas do Grêmio, ficando a frente de outro colombiano, o Tolima e do Cerro Porteño. Depois passaria pelo mexicano Toluca nas oitavas e nas quartas pegaria o tradicionalíssimo Nacional, clube uruguaio tricampeão da Libertadores. Nem tomou conhecimento, eliminou-o e nas semifinais teria pela frente o Boca Jr. Caso vencesse faria a final contra um brasileiro, já que Grêmio e Santos se enfrentavam na outra chave. Chegou a vencer o Boca em casa por três a um, mas não resistiu a pressão na Bombonera e acabou derrotado por três a zero, numa das raras vezes em que o semifinalista vencedor da ida perde a vaga na volta. Jogaria ainda a Libertadores do ano seguinte, caindo nas oitavas diante do Santos.

Nacional-PAR  vice campeão em 2014


Ainda está fresca na memória a campanha do pequeno Nacional do Paraguai, já que o vice foi há alguns dias atrás. Cotado a cair ainda na primeira fase, porém deu indícios de que poderia ir longe ao não perder nenhum dos dois jogos para o atual campeão, o Atlético Mineiro na fase de grupos e de ter eliminado o Santa Fé, semifinalista de 2013. Depois foram dois argentinos que conheceriam a força do Nacional: Vélez nas oitavas e Arsenal nas quartas. A vítima nas semifinais seria o uruguaio Defensor e na final o adversário era outro argentino, o San Lorenzo. Como teve a pior campanha entre os classificados sempre decidia a vaga longe de seus domínios, se classificando ao fazer o dever de casa e se segurando como visitante. Na final porém, não venceu em Assunção como nos outro jogos de mata-matas, e com isso a derrota na volta em Buenos Aires acabou com o sonho do time de conquistar a Libertadores na primeira vez que conseguiu passar da primeira fase.




Mundial Feminino Sub-20: Alemanha campeã



Domingo passado na cidade canadense de Montreau foi disputada a final do Campeonato Mundial Feminino Sub-20. E o título acabou nas mãos das alemãs, que bateram as nigerianas na prorrogação por um a zero, gol de Petermann.
Com o título, a Alemanha agora é a maior vencedora do torneio ao lado das norte-americanas, ambas com três conquistas. Desde 2008 que somente os dois países faturam o torneio, sendo que a Alemanha vem de três finais seguidas. Já as nigerianas perderam pela segunda vez, e de novo para a Alemanha.
As duas seleções que representaram a América do Sul (Brasil e Paraguai) sequer passaram da primeira fase. Na preliminar da finalíssima, a França bateu a Coréia do Norte por 3 a 2 e ficou com o terceiro lugar.

disputa terceiro lugar

24/08 domingo
Coréia do Norte 2x3 França

final

24/08 domingo
Alemanha 1x0 NIgéria

as campeãs

2002 Estados Unidos
2004 Alemanha
2006 Coréia do Norte
2008 Estados Unidos
2010 Alemanha
2012 Estados Unidos
2014 Alemanha



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Copa Sul-Americana 2014: Jogos de ida da primeira fase



Começou na terça-feira dia 19 a edição de número treze da Copa Sul-Americana. Ao todo 47 clubes participarão do torneio sendo que 32 deles entram agora na primeira fase. Ficam de fora os representantes brasileiros e argentinos. A volta será na semana que vem entre os dias 26 e 28 de agosto. Teremos também os jogos de ida da segunda fase, mas somente entre os clubes brasileiros:

jogos de ida da primeira fase

19/08 terça-feira
Huachipato-CHI 3x1 San José-BOL
Universitário de Sucre-BOL 2x0 Deportes Iquique-CHI
Rentistas-URU 0x2 Cerro Porteño-PAR
Aguias Doradas-COL 1x1 Emelec-EQU
Universidad Católica-EQU 1x1 Deportivo Anzoátegui-VEN

20/08 quarta-feira
General Diaz-PAR 2x1 Cobresal-CHI
Nacional Potosí-BOL 1x0 Libertad-PAR
Peñarol-URU 2x0 Jorge Wilstermann-BOL
Deportivo La Guaira-VEN 1x1 Nacional-COL
Univ. Técnica Cajamarca-PER 0x0 Deportivo Cali-COL


21/08 quinta-feira
Deportivo Capiatá-PAR 3x1 Danúbio-URU
Universidad Católica-CHI 0x1 River Plate-URU
Inti Gas-PER 0x1 Caracas-VEN 
Barcelona-EQU 3x0 Alianza Lima-PER
Millonarios-COL 1x2 Univ. César Vallejo-PER
Trujillanos-VEN 0x1 Independiente del Valle-EQU

jogos de volta

26/08 terça-feira
San José-BOL x Huachipato-CHI
Deportes Iquique-CHI x Universidad de Sucre-BOL
Emelec-EQU x Aguais Doradas-COL
Deportivo Anzoátegui-VEN x Universidad Católica-EQU
Cerro Porteño-PAR x Rentistas-URU


27/08 quarta-feira
Cobresal-CHI x General Diaz-PAR
Libertad-PAR x Nacional Potosí-BOL
River Plate-URU x Universidad Católica-CHI
Alianza Lima-PER x Barcelona-EQU
Nacional-COL x Deportivo La Guaira-VEN
Independiente del Valle-EQU x Trujillanos-VEN


28/08 quinta-feira
Danúbio-URU x Deportivo Capiatá-PAR
Jorge Wilstermann-BOL x Peñarol-URU
Caracas-VEN x Inti Gas-PER
Deportivo Cali-COL x Univ. Técnica Cajaamrca-PER
Univ. César Vallejo-PER x Millonarios-COL

jogos de ida da segunda fase (somente entre clubes brasileiros)

27/08 quarta-feira
Internacional x Bahia

28/08 quinta-feira
Sport x Vitória
Criciúma x São Paulo
Fluminense x Goiás




Copa Sul-Americana: Campeões e artilheiros


Campeões
2002 San Lorenzo-ARG
2003 Cienciano-PER
2004 Boca Jr-ARG
2005 Boca Jr-ARG
2006 Pachuca-MEX
2007 Arsenal-ARG
2008 Internacional
2009 LDU-EQU
2010 Independiente-ARG
2011 Universidad de Chile-CHI
2012 São Paulo
2013 Lanús-ARG

Campeões invictos
2008 Internacional
2011 Universidad de Chile-CHI
2012 São Paulo

Campeão sem vencer em casa
2007 Arsenal-ARG

Campeões sem vencer como visitante
2009 LDU-EQU
2010 Independiente-ARG

Finalistas por mais de uma vez
2 Boca Jr-ARG 2004 e 2005
   LDU-EQU 2009 e 2011

Jogador mais vezes campeão
3 Cláudio Rodriguez-ARG  San Lorenzo-ARG 2002 e Boca Jr-ARG 2004 e 2005

Campeão como jogador e treinador
Guillermo Schelotto-ARG  Boca Jr-ARG 2004 e 2005 como jogador e Lanús-ARG 2013 como treinador



Lista de artilheiros por edição
2002 Astudillo-ARG (San Lorenzo-ARG), Galindo-BOL (Bolívar-BOL) e Webó-CAM (Nacional-URU) 4 gols
2003 Germán Carty-PER (Cienciano-PER) 6 gols
2004 Chiorazzo-ARG (Bolívar-BOL) 5 gols
2005 Bruno Marioni-ARG (Pumas-MEX) 7 gols
2006 Humberto Suazo-CHI (Colo Colo-CHI) 10 gols
2007 Ricardo Ciciliano-COL (Millonarios-COL) 6 gols
2008 Alex e Nilmar (Internacional) 5 gols
2009 Bieler-ARG (LDU-EQU) 8 gols
2010 Rafael Moura (Goiás) 8 gols
2011 Eduardo Vargas-CHI (Universidad de Chile-CHI) 11 gols
2012 Rentería-COL (Millonarios-COL), Rios-CHI (Universidad Católica-CHI), Fabbro-PAR (Cerro Porteño-PAR), Fábio Renato (Liga de Loja-EQU) e Carlos Nuñes-URU (Liverpool-URU) 5 gols
2013 Enner Valencia-EQU (Emelec-EQU) 5 gols

Maiores artilheiros
12 Hernán Barcos-ARG
11 Eduardo Vargas-CHI
10 Humberto Suazo-CHI
  9 Palermo-ARG e Matias Fernandez-CHI
  8 Bieler-ARG e Rafael Moura

Mais gols em uma partida (3 gols)
2003 Cavenaghi-ARG River Plate-ARG
2005 Rodrigo Palacio-ARG Boca Jr-ARG
2006 Humberto Suazo-CHI Colo Colo-CHI
2007 Falcão Garcia-COL River Plate-ARG
2009 Bieler-ARG e Edison Mendez-EQU LDU-EQU
2011 Hernán Barcos-ARG LDU-EQU
2012 Fábio Renato Liga de Loja-EQU
2013 Enner Valencia-EQU Emelec-EQU



Campeão sem vencer fora de casa

Um fato que chamou a atenção da conquista inédita do San Lorenzo semana passada foi que o “time do Papa” não venceu uma partida sequer jogando fora de casa nessa Libertadores. Em sete jogos foram três empates e quatro derrotas longe de seus domínios. Na história da competição tivemos nove clubes campeões sem vencer uma única partida como visitante. Antes do San Lorenzo o último campeão sem vitórias na casa do adversário havia sido o São Paulo em 1993 sendo que naquela oportunidade o time brasileiro entrou na competição já nos mata-matas por ser o detentor do título jogando apenas quatro partidas, e das oitavas em diante empatou dois e perdeu outros dois jogos.
Nesse período, o campeão com melhor aproveitamento fora de casa foi o Boca Jr e por duas vezes (2001 e 2003) com cinco vitórias, um empate e uma derrota em ambas as campanhas vitoriosas. Sete campeões venceram apenas uma única partida como visitante, sendo que o Cruzeiro de 1997 e o Palmeiras de 1999 foram os campeões que mais perderam fora de casa (cinco vezes). O único campeão sem sofrer derrota como visitante foi o Corinthians que por sinal acabara campeão invicto em 2012.
Segue abaixo a lista com os campeões de 1993 para cá com a campanha fora de casa lembrando que o Estudiantes de 2009 tem um jogo a mais porque foi o único clube campeão a iniciar a competição na fase Pré-Libertadores:

1993 São Paulo 4 jogos - 2 empates e 2 derrotas
1994 Velez Sarsfield-ARG  7 jogos – 1 vitória, 3 empates e 3 derrotas
1995 Grêmio  7 jogos – 2 vitórias, 3 empates e 3 derrotas
1996 River Plate-ARG  7 jogos – 3 vitórias, 2 empates e 2 derrotas
1997 Cruzeiro  7 jogos – 1 vitória, 1 empate e 5 derrotas
1998 Vasco da Gama 7 jogos – 1 vitória, 4 empates e 2 derrotas
1999 Palmeiras  7 Jogos – 2 vitórias e 5 derrotas
2000 Boca Jr-ARG  7 jogos – 1 vitória, 3 empates e 3 derrotas
2001 Boca Jr-ARG  7 jogos – 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota
2002 Olímpia-PAR 7 jogos – 3 vitórias, 2 empates e 2 derrotas
2003 Boca Jr-ARG  7 jogos – 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota
2004 Once Caldas-COL  7 jogos – 1 vitória, 5 empates e 1 derrota
2005 São Paulo  7 jogos – 2 vitórias, 4 empates e 1 derrota
2006 Internacional  7 jogos – 3 vitórias, 3 empates e 1 derrota
2007 Boca Jr-ARG  7 jogos – 2 vitórias, 1 empate e 4 derrotas
2008 LDU-EQU  7 jogos – 1 vitória, 2 empates e 4 derrotas
2009 Estudiantes-ARG  8 jogos – 3 vitórias, 2 empates e 3 derrotas
2010 Internacional  7 jogos – 1 vitória, 3 empates e 3 derrotas
2011 Santos  7 jogos – 2 vitórias, 4 empates e 1 derrota
2012 Corinthians  7 jogos – 3 vitórias e 4 empates
2013 Atlético Mineiro  7 jogos – 3 vitórias, 1 empate e 3 derrotas
2014 San Lorenzo-ARG  7 jogos – 3 empates e 4 derrotas



Todos os finalistas da Libertadores

Somando-se aos dois finalistas inéditos dessa edição, quarenta clubes diferentes já estiveram em uma decisão de Libertadores sendo que vinte e cinco deles se tornaram campeões. Os recordistas de finais disputadas são Peñarol e Boca Jr com dez cada um. Entre os brasileiros o recorde pertence ao São Paulo com seis finais.
Em se tratando de países, o Brasil esteve representado por treze clubes diferentes seguido da Argentina com nove. Por outro lado, clubes bolivianos e venezuelanos jamais decidiram uma Libertadores.
Veja a seguir todos os clubes que foram finalistas da Libertadores e em destaque os anos em que conquistaram o título:

10 finais
Peñarol-URU 1960, 1961, 1962, 1965, 1966, 1970, 1982, 1983, 1987 e 2011
Boca Jr-ARG 1963, 1977, 1978, 1979, 2000, 2001, 2003, 2004, 2007 e 2012

7 finais
Independiente-ARG 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984
Olímpia-PAR 1960, 1979, 1989, 1990, 1991, 2002 e 2013

6 finais
Nacional-URU 1964, 1967, 1969, 1971, 1980 e 1988
São Paulo 1974, 1992, 1993, 1994, 2005 e 2006

5 finais
Estudiantes-ARG 1968, 1969, 1970, 1971 e 2009

4 finais
River Plate-ARG 1966, 1976, 1986 e 1996
América-COL 1985, 1986, 1987 e 1996
Palmeiras 1961, 1968, 1999 e 2000
Grêmio 1983, 1984, 1995 e 2007
Cruzeiro 1976, 1977, 1997 e 2009
Santos 1962, 1963, 2003 e 2011

3 finais
Internacional 1980, 2006 e 2010

2 finais
Cobreloa-CHI 1981 e 1982
Colo Colo-CHI 1973 e 1991
Newell’s Old Boys-ARG 1988 e 1992
Nacional-COL 1989 e 1995
Barcelona-EQU 1990 e 1998
Deportivo Cali-COL 1978 e 1999

1 final
Racing-ARG 1967
Universitário-PER 1972
Unión Española-CHI 1975
Flamengo 1981
Argentinos Jr-ARG 1985
Universidad Católica-CHI 1993
Vélez Sarsfield-ARG 1994
Sporting Cristal-PER 1997
Vasco da Gama 1998
Cruz Azul-MEX 2001
São Caetano 2002
Once Caldas-COL 2004
Atlético Paranaense 2005
LDU-EQU 2008
Fluminense 2008
Chivas Guadalajara-MEX 2010
Corinthians 2012
Atlético Mineiro 2013
San Lorenzo-ARG 2014
Nacional-PAR 2014