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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Fase final do Sul-Americano Sub-20 2015



Começou na segunda-feira a fase final do Campeonato Sul-Americano Sub-20 2015. As seis seleções classificadas da primeira fase se enfrentam em um hexagonal onde após cinco rodadas quem somar mais pontos será o campeão. Os jogos estão acontecendo em Montevidéu em dois estádios: Centenário e Gran Parque Central, de propriedade do Nacional.
Vamos aos jogos dessa fase e como ficou a classificação final da fase de grupos:

Grupo A – Colônia
Argentina
Bolívia
Equador
Paraguai
Peru

Grupo B – Maldonado
Brasil
Chile
Colômbia
Uruguai
Venezuela

23/01 sexta-feira
Brasil x Colômbia
Uruguai x Venezuela

classificação final da primeira fase

Grupo A  Argentina 9, Paraguai e Peru 7, Equador 6 e Bolívia 0
Grupo B Uruguai 9 e Brasil 9, Colômbia 6, Venezuela e Chile 3 

fase final - Montevidéu

26/01 segunda-feira
Argentina 2x0 Peru
Paraguai 0x0 Colômbia
Uruguai 0x0 Brasil

29/01 quinta-feira
Argentina 1x1 Colômbia
Uruguai 3x1 Peru
Paraguai 0x2 Brasil

próximos jogos

01/10 domingo
Peru x Colômbia
Argentina x Brasil
Uruguai x Paraguai

04/02 quarta-feira
Peru x Brasil
Argentina x Paraguai
Uruguai x Colômbia

Argentina, Uruguai e Brasil 4, Colômbia 2, Paraguai 1 e Peru 0


Jogos de ida da Pré-Libertadores 2015




Começa nessa terça-feira mais uma Copa Libertadores, a 55ª edição da competição. Serão 38 clubes que brigarão pelo título de melhor time das Américas. Mas antes teremos a fase Pré-Libertadores, que reunirá doze equipes em seis chaves eliminatórias, onde os vencedores se juntarão aos já garantidos na fase de grupos.
Confira abaixo as partidas de ida da Pré-Libertadores e as participações de cada um dos doze clubes:

03/02 terça-feira
Alianza Lima-PER x Huracán-ARG
Monarcas Morelia-MEX x The Strongest-BOL

04/02 quarta-feira
Deportivo Táchira-VEN x Cerro Porteño-PAR
Corinthians x Once Caldas-COL

05/02 quinta-feira
Independiente del Valle-EQU x Estudiantes-ARG
Palestino-CHI x Nacional-URU


Dos seis confrontos da Pré-Libertadores, apenas Cerro Porteño e Deportivo Táchira se enfrentaram por outras edições: em 2005 o Cerro venceu as duas partidas que fez frente ao time venezuelano (3x1 e 3x0) e em 2011, vitória do clube paraguaio por dois a zero e empate por um a um. Ambos os confrontos foram válidos pela 1ª fase.


Alianza Lima-PER
Semifinalista 1976 e 1978
Oitavas de final 1995, 1998 e 2010
Primeira fase 1963, 1964, 1966, 1972, 1979, 1983, 1987, 1988, 1994, 1997, 2000, 2002, 2003, 2004, 2005, 2007 e 2012
Pré-Libertadores 2011

Huracán-ARG
Semifinalista 1974

The Strongest-BOL
Oitavas de final 1990 e 1994
Primeira fase 1965, 1971, 1975, 1978, 1980, 1981, 1982, 1987, 1989, 2000, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2012, 2013 e 2014

Monarcas Morelia-MEX
Quartas de final 2002
Primeira fase 2010

Cerro Porteño-PAR
Semifinalista 1973, 1978, 1993, 1998, 1999 e 2011
Quartas de final 1969, 1991 e 1992
Oitavas de final 1990, 1995, 1996, 2000, 2001, 2003, 2005 e 2014
Primeira fase 1962, 1964, 1967, 1971, 1972, 1974, 1975, 1980, 1981, 1985, 1988, 1994, 1997, 2002, 2006, 2007, 2010 e 2013
Pré-Libertadores 2008

Deportivo Táchira-VEN
Quartas de final 2004
Oitavas de final 1989 e 1991
Primeira fase 1980, 1982, 1983, 1985, 1987, 1988, 2001, 2005, 2009, 2011 e 2012
Pré-Libertadores 2000*, 2006, 2007 e 2010

*A Pré-Libertadores que o Táchira jogou em 2000 não é a atual e sim um quadrangular onde jogavam os representantes de Venezuela e México valendo duas vagas para a fase de grupos entre 1998 a 2004.

Corinthians
Campeão 2012
Semifinalista 2000
Quartas de final 1996 e 1999
Oitavas de final 1991, 2003, 2006, 2010 e 2013
Primeira fase 1977
Pré-Libertadores 2011

Once Caldas-COL
Campeão 2004
Quartas de final 2011
Oitavas de final 2005 e 2010
Primeira fase 1999 e 2002
Pré-Libertadores 2012

Estudiantes-ARG
Campeão 1968, 1969, 1970 e 2009
Vice 1971
Semifinalista 1983
Quartas de final 2006 e 2010
Oitavas de final 2008 e 2011
Primeira fase 1976 e 1984

Independiente del Valle-EQU
Primeira fase 2014 

Nacional-URU
Campeão 1971, 1980 e 1988
Vice campeão 1964, 1967 e 1969
Semifinalista 1962, 1966, 1972, 1981, 1983, 1984 e 2009
Quartas de final 1970, 1991, 2002 e 2007
Oitavas de final 1989, 1992, 1993, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2004, 2006, 2008, 2010 e 2013
Primeira fase 1968, 1973, 1974, 1976, 1979, 1994, 2005, 2011, 2012 e 2014

Palestino-CHI
Semifinalista 1979
Primeira fase 1976 e 1978



Boca x Velez: um jogo de três times















Quarta-feira passada Boca Jrs e Vélez Sarsfield se enfrentaram por uma partida-extra valendo uma vaga na Copa Libertadores. Mas porque o jogo em questão também envolvia o Estudiantes? O blog Futebol da América do Sul explica pra você essa confusão toda:
Primeiramente, o futebol argentino, assim como o Brasil também tem direito a cinco vagas no torneio: uma para o campeão do Torneo Final; uma para o campeão do Torneo de Transición; uma para o clube melhor colocado na soma de pontos dos dois torneios sem ser os campeões; uma para o campeão da Copa Argentina e por fim o clube melhor colocado na Copa Sul-Americana. Poderá ter um sexto argentino caso o campeão do ano anterior pertencer ao país, caso do San Lorenzo nessa edição.
O River venceu o Torneo Final no primeiro semestre e com isso garantiu a vaga ao lado do Racing, esse campeão do Transición. Os arquirrivais San Lorenzo e Huracán venceram respectivamente a Libertadores e a Copa da Argentina e também se garantiram na edição desse ano. Como venceu também a Copa Sul-Americana, a vaga de melhor clube argentino nessa competição que seria do River passou para o Boca, semifinalista ao ser eliminado pelo próprio River. Só que aí é que está o problema...
O Boca terminou com a melhor campanha na soma dos torneios Inicial (segundo semestre de 2013) e Final (primeiro semestre de 2014) com o mesmo número de pontos que o Velez, este porém com saldo de gols melhor, mas o regulamento da AFA (Associação de Futebol Argentino) prevê nesses casos um jogo-desempate. Portanto o Boca poderia entrar ou como melhor colocado (direto na fase de grupos), ou como melhor argentino da Sul-Americana fora o River (na fase Pré). O Torneo de Transición do ano passado foi independente dos outros dois.
Já o Velez caso vencesse o jogo-desempate não só se classificaria como o melhor argentino entre os não-campeões como entraria direto na fase de grupos mandando o Boca para a Pré-Libertadores. Mas o Boca venceu e é aí que entra o Estudiantes nessa história: com o time de La Bombonera terminando como o melhor na soma dos dois torneios, a vaga de melhor argentino terminou com o Estudiantes, clube que mais chegou longe na Copa Sul-Americana (quartas de final) fora River e Boca, que já tinham vaga assegurada na Libertadores...Ufa!


Brasileiros da Copa Libertadores 2015: Cruzeiro


Na terceira parte sobre os clubes brasileiros participantes da Copa Libertadores 2015 abordaremos o Cruzeiro, bicampeão nos anos de 1976 e 1997, vice em duas outras oportunidades e que jamais foi eliminado na primeira fase do torneio:


Cruzeiro: Bicampeão em campanhas de contrastes


14 participações
128 jogos 81 vitórias, 25 empates e 32 derrotas, 268 gols marcados e 140 gols sofridos
Mais jogou Fábio, 54 jogos
Maior artilheiro Palhinha, 20 gols
Mais enfrentou Boca Jrs-ARG, 7 jogos

Campeão  1976 e 1997
Vice campeão 1977 e 2009
Semifinalista 1967 e 1975
Quartas de final 2001, 2010 e 2014
Oitavas de final 1994,1998, 2004, 2008 e 2011

  • A estréia cruzeirense aconteceu em 1967 após o título da extinta Taça Brasil do ano anterior, e de cara já chegou as semifinais. Seria eliminado pelo futuro vice Nacional, do Uruguai.
  • Na década de 70 foram três participações seguidas e em todas elas o clube terminou entre os semifinalistas. Quinto lugar em 1975 conquistaria o título no ano seguinte ao bater na final o River Plate numa campanha excelente: em treze jogos o clube venceu onze, empatou um e perdeu apenas uma partida. E de quebra ainda estabeleceu um recorde que dura até hoje, do ataque mais positivo numa só edição com 46 gols.
  • No ano seguinte entraria direto nas semifinais deixando novamente o Internacional pra trás como em 1976. Mas na final seria derrotado pelo Boca Jr na primeira decisão por pênaltis da história da competição.
  • Ausente por toda a década de 80 retornaria apenas em 1994 sendo eliminado nas oitavas de final terminando na décima quarta colocação, sua pior campanha na história.
  • Nunca um clube foi campeão com uma campanha tão irregular como a do Cruzeiro em 1997. Em 14 jogos foram seis derrotas e somente nas duas partidas finais o clube não foi derrotado. Ao empatar sem gols em Lima a vitória sobre o Sporting Cristal veio a quinze minutos do fim. Mas apesar das derrotas o que fica pra história é a conquista do bicampeonato. No ano seguinte cairia já nas oitavas diante do Vasco.
  • Se em 1997 o clube foi campeão mesmo perdendo quase a metade dos jogos em 2001 terminou invicto mas sem a taça. Foram dez jogos com sete vitórias e três empates e a eliminação veio nos pênaltis diante do Palmeiras.
  • Após duas eliminações nas oitavas de final (2004 e 2008) os mineiros chegariam na sua quarta final de Libertadores em 2009. Com apenas uma derrota em 13 jogos bastava uma vitória simples diante do Estudiantes, clube que já o havia derrotado na fase de grupos e que empataram sem gols no jogo de ida da final. E os mineiros sairiam na frente mas sofreriam a virada e veriam o título escapar em pleno Mineirão pros argentinos. Curiosamente as duas derrotas cruzeirenses no torneio foram para o Estudiantes.
  • Depois do vice foram mais três participações: em 2010 eliminação pro São Paulo nas quartas de final, clube que havia derrotado nessa mesma fase no ano anterior; em 2011 eliminação diante do Once Caldas nas oitavas após vencer fora e perder em casa e por fim no ano passado quando caiu nas quartas diante do futuro campeão San Lorenzo.
  • É ao lado do Palmeiras o clube brasileiro que mais venceu partidas de Libertadores fora de casa: 27 ao todo.
  • Os argentinos foram os adversários estrangeiros mais frequentes dos mineiros (28 jogos) seguido dos peruanos (16). Por outro lado, enfrentou clubes do México apenas duas vezes (um empate e uma derrota).
  • Dentre os 25 clubes campeões da Libertadores o Cruzeiro é o único time que jamais foi eliminado na primeira fase. Dentre os brasileiros com mais de uma participação (campeões ou não) apenas o São Caetano detém tal feito.

Dia 06/02 Internacional: igualando o rival em apenas cinco anos



Libertadores por década: anos 90

Enfim, a década brasileira

Duas das três Libertadores do São Paulo foram ganhas na década de 90.
Finalmente uma década em que os clubes brasileiros conseguiram se impor, conquistando seis títulos em sete finais, terminando com mais do que as outras três décadas somadas (cinco) e pela primeira vez chegando a quatro finais seguidas. Entre os clubes argentinos tivemos apenas duas conquistas (Vélez em 1994 e River em 1996) em três finais disputadas, além do Olímpia do Paraguai campeão em 1990 e o Colo Colo, primeiro clube chileno campeão da Libertadores.
Clubes da Colômbia chegam a três finais com três times diferentes e perdem todas, além de vices de clubes do Equador e do Peru. 
Ausentes na década de 80, Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro e Botafogo retornaram a Libertadores e tivemos a participação de São Paulo, Flamengo, Grêmio, Internacional, Vasco e apenas um estreante, o Criciúma.

1990 - Novamente Olímpia

Segunda Libertadores do time paraguaio no ano seguinte ao vice de 1989.
Devido a morte de um árbitro na final do Campeonato Colombiano os clubes deste país foram suspensos da competição com exceção do Nacional de Medellín, campeão da Libertadores de 1989. Com isso, River Plate e Independiente, adversários dos colombianos apenas jogaram entre si pra ver quem era primeiro e segundo do grupo e o Olímpia que enfrentaria o terceiro colocado desse grupo nas oitavas classificaria diretamente as quartas. Pela primeira vez o futebol uruguaio não seria representado pela sua dupla vitoriosa, Peñarol e Nacional substituídos por Defensor e Progresso. Entre os brasileiros, a classificação do Vasco junto com os paraguaios do Olímpia e Cerro Porteño e a eliminação precoce do Grêmio na primeira fase. O clube carioca despacharia o Colo Colo nas oitavas e pararia no Nacional de Medellín nas quartas.Tivemos ainda nessa fase dois clássicos: River e Independiente e Barcelona e Emelec. 
E depois de eliminar seu algoz do ano anterior nas semifinais o Olímpia chegava a final contra o surpreendente Barcelona do Equador que havia eliminado o River Plate nas semifinais. Mas aí como em 1979 o clube seria bicampeão com uma vitória em casa e um empate fora.

1991 - o único título do futebol chileno

Corinthians e Flamengo representaram o futebol brasileiro na competição e ambos seriam eliminados pelo Boca Jrs: os paulistas nas oitavas e os cariocas nas quartas. River Plate e Barcelona, semifinalista e vice do ano anterior cairiam ainda na fase de grupos. Atual campeão, o Olímpia eliminaria dois conterrâneos seguidos, o Colegiales nas oitavas e seu arquirrival Cerro Porteño nas quartas e enfrentaria pela terceira vez seguida os colombianos do Nacional de Medellín, que havia eliminado o América de Cali. O Boca que despachou os brasileiros cairia nas semifinais para o Colo Colo num jogo bastante tumultuado. E enfim  o Olímpia na sua terceira final seguida enfrentaria os chilenos e o tão sonhado tri teria que esperar mais um pouco, já que pela primeira e única vez um clube chileno seria campeão da Libertadores, o Colo Colo que havia deixado o título escapar 18 anos atrás. Pela terceira vez seguida não tivemos finalistas argentinos, brasileiros e uruguaios.

1992 e 1993 - o bicampeonato do São Paulo

O time posando para fotos antes da final no estádio Nacional de Santiago.
São Paulo e Criciúma classificaram sem sustos para as oitavas, venceram seus jogos nessa fase e voltaram a se enfrentar nas quartas onde os paulistas avançaram as semifinais. Colo Colo, campeão da edição anterior abdicou do direito de entrar diretamente nas oitavas e disputou a fase de grupos, com isso tivemos um dos grupos com cinco times. No mata-mata, porém, sequer passou das oitavas sendo eliminado pelo Barcelona do Equador. Nas quartas, confronto entre os argentinos do San Lorenzo e Newell's old Boys vencido pela equipe de Rosário e novamente Nacional e América se enfrentariam, mas desta vez o América é que passaria adiante. Nas semifinais São Paulo passaria pelo Barcelona e os argentinos do Newell's pelo América nos pênaltis. E nas penalidades máximas também foi decidida a Libertadores de 1992 após uma vitória por 1 a 0 para cada lado e nove anos depois a taça retornaria para o Brasil com a conquista são-paulina no jogo de maior público da história da competição, onde mais de 105 mil pessoas assistiram a partida decisiva.
Em 1993 tivemos a volta do Internacional, ausente desde 1989. Junto com o Flamengo representaram o Brasil na fase de grupos, mas acabaria eliminado na primeira fase sem vencer um jogo sequer. O Flamengo passaria adiante junto com os velhos rivais colombianos Nacional e América. Atual campeão, o São Paulo entraria direto nas oitavas e encontraria já de cara o Newell's Old Boys, reeditando a final de 1992. Bateria os argentinos nas oitavas e depois o Flamengo nas quartas no duelo brasileiro. Nas semi os paulistas enfrentariam o Cerro Porteño que eliminaria seu maior rival nas quartas, o Olimpia e por fim os colombianos do América seriam eliminados pela Universidad Catolica do Chile. Segunda final entre clubes brasileiros e chilenos e depois do Santos nos anos 60 um clube brasileiro seria novamente bicampeão, aplicando a maior goleada num jogo da final (5 a 1). Nem a derrota no segundo jogo tirou o brilho da conquista do bicampeonato.

1994 - Velez Sarsfield e o fim do jejum argentino

Os argentinos adiariam o sonho do tri sãopaulino por mais alguns anos.
Na Libertadores de 1994 tivemos a volta de Palmeiras e Cruzeiro, ausentes desde a década de 70. Ambos se classificaram as oitavas, mas atrás da surpresa Velez Sarsfield. Nesse grupo a decepção foi a eliminação do Boca Jrs inclusive sendo goleado pelo Palmeiras por 6 a 1 na sua maior derrota em competições internacionais. Cerro Porteño, semifinalista de 1993 e o tricampeão Nacional também ficariam na fase de grupos. Mas os brasileiros não iriam muito longe: o Palmeiras seria eliminado pelo São Paulo que entrava nas oitavas enquanto que o Cruzeiro cairia frente ao Union Española do Chile, time que o São Paulo bateria nas quartas de final. Outra surpresa que ocorreria nas quartas foi o confronto entre clubes da Colômbia, acostumados com América de Cali e Nacional de Medellín dessa vez veríamos Independiente Medellín x Junior de Barranquilla, vencido por este último. Se nas semifinais do ano anterior os paulistas passaram pelo Cerro Porteño, dessa vez eliminaria outro paraguaio nas semi, o Olímpia nos pênaltis, mesmo critério utilizado pelo Velez Sarsfield para despachar o Junior da Colômbia. 
E pela terceira vez seguida o São Paulo chegaria a uma final de Libertadores contra o Velez, até então tido como um clube pequeno de Buenos Aires. Assim como em 1992 derrota na Argentina e vitória no Morumbi por diferença minima e decisão nos pênaltis, mas aí ao contrário de dois anos antes o título iria para os argentinos depois de oito anos de jejum e de quebra evitando o tri são-paulino.

1995 - a América é novamente do Grêmio

Jogadores comemoram o bi em Medellín.
De volta a Libertadores depois do fiasco de 1990 o Grêmio conquistaria o bicampeonato sem muitas dificuldades. Na fase de grupos ficaria atrás do Palmeiras, mas adiante nas quartas eliminaria o time paulista num dos jogos mais eletrizantes da Libertadores. Venceu por 5 a 0 no jogo de ida e quase viu a vaca (ou melhor, a vaga) ir pro brejo ao perder por 5 a 1 na volta. Num dos grupos da primeira fase River, Independiente e Peñarol classificaram juntos as oitavas enquanto que colombianos, paraguaios e peruanos classificavam seus dois clubes. O Velez, campeão de 1994 eliminaria o Independiente nas oitavas e seria eliminado nas quartas por outro argentino, o River. Ainda nas quartas novo confronto entre colombianos e o Nacional passaria pelo Millonarios e por fim o Emelec chegaria numa semifinal histórica ao passar pelo Sporting Cristal do Peru. Voltando ao Grêmio o clube gaúcho passaria pelo Emelec, clube que já havia enfrentado na primeira fase e na outra chave o Nacional passaria pelo River Plate. E na primeira decisão entre brasileiros e colombianos da história sairia o mais novo bicampeão da Libertadores, mas ele viria do lado brasileiro e com uma campanha quase perfeita, com apenas duas derrotas e os gremistas se igualariam a Santos e São Paulo como brasileiros bicampeões da Libertadores.

1996 - River Plate e o ano terminado em 6

Campeão de 1995 o Grêmio chegaria as semifinais passando pelos dois brasileiros da competição, o Botafogo nas oitavas e o Corinthians nas quartas, ambos classificados juntos com a Universidad de Chile ,este conseguindo chegar até as semifinais. A grande surpresa foi a eliminação do bicampeão Olímpia na fase de grupos. Novamente os clubes uruguaios sequer chegariam as quartas sendo eliminado ainda nas oitavas. Nas quartas o River eliminaria um de seus arquirrivais, o San Lorenzo enquanto que o América de Cali passaria pelo Junior no jogo entre colombianos. Nas semifinais o River Plate eliminaria os chilenos da Universidad enquanto que o atual campeão, o Grêmio cairia para os colombianos do América. 
E pela segunda vez na história uma final de Libertadores se repetiria entre River e América, finalistas de 1986 voltariam a se enfrentar e assim como há dez anos atrás os argentinos sairiam campeões com uma curiosidade: sempre disputando finais de Libertadores em anos terminados em 6, foi assim nos vices de 1966 e 1976 e nos títulos de 1986 e 1996. Já ao América restava mais um vice, o quarto em onze anos.

1997 - Cruzeiro e o quarto bicampeão brasileiro

Nunca um campeão foi tão irregular. Após perder as três primeiras partidas o Cruzeiro recuperou-se e classificou junto com o Grêmio e o peruano Sporting Cristal. Tivemos a volta da dupla Peñarol e Nacional, além do Racing da Argentina disputando sua segunda Libertadores em quarenta anos. E o clube de Avellaneda até que não fez feio, eliminou no pênaltis River Plate, atual campeão nas oitavas e Peñarol nas quartas até cair nas semifinais diante do Sporting Cristal. Nas quartas os mineiros despacharam os gaúchos enquanto que no clássico chileno o Colo Colo eliminaria a Universidad Católica. E nas semifinais além do Sporting Cristal eliminar o Racing, o Cruzeiro passaria pelos chilenos nos pênaltis após vencer na ida e perder na segunda partida. 
Mas na final contra os peruanos nada de zebra e o título veio após empate sem gols em Lima e vitória a 15 minutos do fim por contagem minima num Mineirão lotado. Apenas na final o clube mineiro não foi derrotado, foram ao todo seis derrotas em 14 jogos, mas o que entra para a história é o título e o bicampeonato adiado por vinte anos, aguardado desde a derrota na final de 1977.

1998 - Vasco campeão no ano de seu centenário

Luisão marca em Guayaquil: apenas duas derrotas na campanha histórica. 
Campeão da Libertadores passada o Cruzeiro cairia já nas oitavas para o Vasco, segundo colocado no grupo que tinha o Grêmio, que disputava sua quarta Libertadores seguida igualando o feito do Santos nos anos 60. Ainda no grupo dos brasileiros duas equipes mexicanas que faziam estréia na competição ao eliminar as equipes da Venezuela numa fase preliminar. A grande surpresa da primeira fase foi a eliminação precoce do Sporting Cristal, vice de 1997. E depois de passar pelo Cruzeiro os cariocas eliminariam nas quartas o Grêmio, que pelo segundo seguido ano caía nessa fase. Entre os semifinalistas além do Vasco estavam o River Plate, os equatorianos do Barcelona e por fim o Cerro Porteño do Paraguai. Num jogo dramático os vascaínos passariam pelos argentinos e na outra chave o Barcelona classificaria para disputar sua segunda final de Libertadores. 
Com duas equipes que nunca conquistaram o título teríamos mais uma final inédita desde 1992 e com duas vitórias incontestáveis o título voltaria para a Cidade Maravilhosa depois de 17 anos. E com isso o Vasco seria o primeiro clube campeão da Libertadores no ano do seu centenário.

1999 - Final verde e branca com o Palmeiras campeão

César Sampaio ergue a Libertadores: enfim, o título depois de dois vices.
Pela primeira vez os dois maiores rivais de São Paulo disputam a mesma edição de Libertadores. Palmeiras e Corinthians se classificaram junto com o paraguaio Cerro Porteño enquanto que o Olímpia ficava na primeira fase. River Plate, Velez e Deportivo Cali passariam adiante junto com os chilenos da Universidad Catolica e Colo Colo, mais os dois representantes do Uruguai e Equador. Após passar pelo Vasco nas oitavas o Palmeiras reencontraria seu rival nas quartas e após dois jogos eletrizantes o Verdão venceria nos pênaltis. Outra quarta de final que pegou fogo foi o confronto entre os últimos argentinos campeões, Velez e River e assim como em 1995 o segundo passaria as semifinais. Do outro lado só surpresas, começando pelo Estudiantes da Venezuela, Bella Vista do Uruguai e o Deportivo Cali, este último classificado para pegar o Cerro Porteño nas semifinais. Assim como em 1998 tanto River como Cerro Porteño chegavam a essa fase e novamente não conseguiriam passar as finais sendo eliminados respectivamente por Palmeiras e Deportivo Cali. 
E assim como na edição passada teríamos uma decisão inédita entre clubes que jamais conquistaram a competição e numa final de alviverdes o Palmeiras venceria sua primeira Libertadores nos pênaltis depois dos vice-campeonatos de 1961 e 1968.

Dia 06/02 Parte 5: anos 2000


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Sul-Americano Sub-20: os classificados para a fase final



Faltando ainda a última rodada do Grupo B que será jogada somente após a postagem do blog, já temos as seis seleções classificadas para o hexagonal final do Campeonato Sul-Americano Sub-20. Do grupo A avançaram Argentina, Paraguai e Peru enquanto que pelo Grupo B deu Uruguai, Colômbia e Brasil.
A partir de segunda-feira até o dia 07 de fevereiro as seis seleções passam a se enfrentar no sistema de todos contra todos onde quem somar mais pontos ao final das cinco rodadas será a grande campeã. Essa fase final será jogada em Montevidéu, no estádio Centenário.
Como já dissemos em posts anteriores, as quatro primeiras seleções estarão classificadas tanto para o Mundial Sub-20 a ser jogado na Nova Zelândia quanto para os Jogos Panamericanos no Canadá. O campeão ainda garante vaga para os Jogos Olímpicos do ano que vem no Rio de Janeiro e o vice vai para a repscagem. Se o Brasil faturar o título, a vaga passa para o vice e a repescagem para o terceiro colocado, já que as Olimpíadas serão em solo brasileiro.

Grupo A – Colônia
Argentina
Bolívia
Equador
Paraguai
Peru

Grupo B – Maldonado
Brasil
Chile
Colômbia
Uruguai
Venezuela

16/01 sexta-feira
Argentina 0x1 Paraguai
Equador 0x2 Peru

17/01 sábado
Brasil 0x2 Uruguai
Chile 2x0 Venezuela

18/01 domingo
Argentina 6x2 Peru
Equador 5x0 Bolívia

19/01 segunda-feira
Chile 0x3 Colômbia
Brasil 2x0 Venezuela

20/01 terça-feira
Paraguai 1x2 Equador
Bolívia 0x1 Peru

21/01 quarta-feira
Uruguai 6x1 Chile
Colômbia 1x0 Venezuela

22/01 quinta-feira
Argentina 3x0 Bolívia
Paraguai 1x1 Peru

classificação

Grupo A Argentina 9, Paraguai e Peru 7, Equador 6 e Bolívia 0
Grupo B Uruguai 9, Colômbia e Brasil 6, Chile 3 e Venezuela 0

próximos jogos

23/01 sexta-feira
Brasil x Colômbia
Uruguai x Venezuela


fase final - Montevidéu

26/01 segunda-feira
Argentina x Peru
Paraguai x 3°do B
1°do B x 2°do B

29/01 quinta-feira
Argentina x 3°do B
1°do B x Peru
Paraguai x 2°do B



Recorde de ex-campeões na edição desse ano



Depois de apenas oito ex-campeões jogarem a Libertadores do ano passado, a edição desse ano contará com seis clubes a mais em relação a 2014, um recorde da competição. Dos catorze ex-campeões, dez são da dupla Argentina-Brasil (cinco de cada), dois da Colômbia, um do Uruguai e um do Chile. Com isso, mais da metade dos 25 que um dia levantaram a taça de campeão estarão em campo a partir de fevereiro. Lembrando que esse número refere-se também aos times que disputarão a fase Pré-Libertadores, no caso Corinthians, Once Caldas-COL, Nacional-URU e o representante argentino que só será conhecido no dia 28 (Boca, Vélez ou Estudiantes). O recorde anterior pertencia a edição de 2011, quando treze times estiveram presentes dentre os vinte e dois ex-campeões até então. Já as edições com menos ex-campeões foram em 2006 e no ano passado com apenas oito clubes (um terço do total), sendo que na primeira edição referida eram quatro vitoriosos a menos.
Como cada ano havia um número de campeões diferentes, se formos analisar pela média o ano de 2013 foi o que teve a melhor porcentagem (59%) enquanto que a pior foi a da edição passada, com apenas 33%.
Segue abaixo a relação dos ex-campeões de 2005 pra cá, que foi quando a Libertadores passou a ter o mesmo numero de clubes e a formula atual, além da média de cada um dessas edições:


2005 9 clubes  Boca Jrs e River Plate (ARG); Palmeiras, Santos e São Paulo (BRA); Colo Colo (CHI); Once Caldas (COL); Nacional e Peñarol (URU)

2006 8 equipes  Vélez Sarsfield, Estudiantes e River Plate (ARG); São Paulo e Palmeiras (BRA); Colo Colo (CHI); Nacional (COL) e Nacional (URU)

2007 10 equipes  Boca Jr, River Plate e Vélez Sarsfield (ARG); Internacional, São Paulo, Santos, Grêmio e Flamengo (BRA); Colo Colo (CHI) e Nacional (URU)

2008 10 equipes  Boca Jr, Estudiantes e River Plate (ARG); São Paulo, Santos, Flamengo e Cruzeiro (BRA); Colo Colo (CHI); Nacional (COL) e Nacional (URU)

2009 11 equipes  River Plate, Boca Jr e Estudiantes (ARG); São Paulo, Cruzeiro, Grêmio e Palmeiras (BRA); Colo Colo (CHI); LDU (EQU); Nacional e Peñarol (URU)

2010 9 equipes  Estudiantes e Velez Sarsfield (ARG); Flamengo, Internacional, São Paulo e Cruzeiro (BRA); Colo Colo (CHI); Once Caldas (COL) e Nacional (URU)

2011 13 equipes  Argentinos Jr, Estudiantes, Vélez Sarsfield e Independiente (ARG); Internacional, Santos, Cruzeiro e Grêmio (BRA); Colo Colo (CHI); Once Caldas (COL); LDU (EQU); Nacional e Peñarol (URU)

2012 11 equipes  Vélez Sarsfield e Boca Jr (ARG); Santos, Vasco, Flamengo e Internacional (BRA); Nacional e Once Caldas (COL); Olímpia (PAR); Nacional e Peñarol (URU)

2013 9 equipes  Vélez Sarsfield e Boca Jr (ARG); Corinthians, Palmeiras, Grêmio e São Paulo (BRA); LDU (EQU); Olímpia (PAR); Nacional e Peñarol (URU)

2014 8 equipes Vélez Sarsfield (ARG); Atlético Mineiro, Cruzeiro, Grêmio e Flamengo (BRA); Nacional (COL); Nacional e Peñarol (URU)

2015 14 equipes River Plate, Racing, San Lorenzo, Boca Jrs e Velez Sarsfield ou Estudiantes (ARG); São Paulo, Corinthians, Cruzeiro, Atlético Mineiro e Internacional (BRA); Colo Colo (CHI); Nacional e Once Caldas (COL) e Nacional (URU)

Média de ex-campeões por edição

2005 45% 09 clubes de 20 ex-campeões
2006 40% 08 clubes de 20 ex-campeões
2007 48% 10 clubes de 21 ex-campeões
2008 48% 10 clubes de 21 ex-campeões
2009 50% 11 clubes de 22 ex-campeões
2010 40% 09 clubes de 22 ex-campeões
2011 59% 13 clubes de 22 ex-campeões
2012 50% 11 clubes de 22 ex-campeões
2013 39% 09 clubes de 23 ex-campeões
2014 33% 08 clubes de 24 ex-campeões
2015 56% 14 clubes de 25 ex-campeões



Resumo dos dez anos da fase Pré-Libertadores

Pré-Libertadores começou a ser disputada em 2005 e desde então reúne doze equipes: o pior classificado de cada um dos onze países participantes da Libertadores mais o segundo pior do país do clube campeão da edição anterior. Por exemplo, como ano passado tivemos um clube argentino campeão (San Lorenzo), a Argentina será representada por duas equipes. Desde 2011 reúne também nessa fase o campeão da Copa Sul-Americana do ano anterior, que entra no lugar do pior classificado de seu mesmo país. As 12 equipes são divididas em seis chaves de duas que se enfrentam em jogos de ida e volta onde os vencedores avançam para a fase de grupos.
Entre os países com melhor aproveitamento nessa fase está o Brasil. Com exceção do Corinthians em 2011, todos os outros clubes do país que disputaram a Pré-Libertadores passaram adiante. Já na contramão da história aparecem os clubes da Bolivia e Venezuela que jamais classificaram alguma equipe para a próxima fase através da Pré-Libertadores, isto é, desde 2005 esses dois países são representados por apenas dois clubes na fase de grupos.
O país também é o que mais jogou e também o que teve o maior número de clubes, dez no total. Isso se deve ao fato do futebol brasileiro ter vencido a Libertadores seis vezes desde 2005, o que proporcionou ao país ter dois representantes nessa fase em 2006, 2007, 2011, 2012, 2013 e 2014. Para efeito de comparação, essa será apenas a terceira vez que teremos dois argentinos na Pré, somando-se aos anos de 2008 e 2010. Colômbia (2005) e Equador (2009) são os outros países com mais de um time representado.
Oito clubes são os recordistas de participações na Pré-Libertadores: Palmeiras (BRA); Real Potosí e Oriente Petrolero (BOL); Tolima (COL); LDU (EQU); Sporting Cristal (PER); Peñarol (URU) e Deportivo Táchira (VEN). Todos esses times com três presenças sendo que apenas Palmeiras e Tolima detém 100% de aproveitamento. 
Com a participação desse ano, os venezuelanos do Deportivo Táchira se isolarão como o time que mais jogou a fase Pré, com quatro presenças.

Os brasileiros na fase Pré-Libertadores

Na edição desse ano o Corinthians igualará a Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro como os brasileiros que jogaram essa fase por mais de uma vez, sendo que seu arquirrival paulista, como já dizemos, jogou três vezes. Completam a lista de clubes do Brasil: Goiás, Paraná, Flamengo, Internacional, São Paulo, Atlético Paranaene e Botafogo. Dos ex-campeões apenas Vasco e Atlético Mineiro nunca jogaram a Pré-Libertadores até aqui.
Dentre os países, os brasileiros só não enfrentaram clubes argentinos e mexicanos. Por cinco vezes enfrentaram clubes bolivianos sendo que em três delas o adversário era o Real Potosí, único clube com que os brasileiros confrontaram por mais de uma vez. Com a confirmação do Once Caldas como adversário do Corinthians, o time colombiano será o segundo a enfrentar um clube do Brasil também por mais de uma vez.

os jogos dos clubes brasileiros

2005 Palmeiras x Tacuary-PAR 2x2 e 2x0
2006 Palmeiras x Deportivo Táchira-VEN 2x0 e 4x2
         Goiás x Deportivo Cuenca-EQU 1x1 e 3x0
2007 Santos x Blooming-BOL 1x0 e 5x0
         Paraná x Cobreloa-CHI 2x0 e 1x1
2008 Cruzeiro x Cerro Porteño-PAR 3x1 e 3x2
2009 Palmeiras x Real Potosí-BOL 5x1 e 2x0
2010 Cruzeiro x Real Potosí-BOL 1x1 e 7x0
2011 Corinthians x Tolima-COL 0x0 e 0x2
         Grêmio x Liverpool-URU 2x2 e 3x1
2012 Internacional x Once Caldas-COL 1x0 e 2x2
         Flamengo x Real Potosí-BOL 1x2 e 2x0
2013 Grêmio x LDU-EQU 0x1 e 1x0 (5x4 nos pênaltis)
         São Paulo x Bolívar-BOL 5x0 e 3x4
2014 Botafogo x Deportivo Quito-EQU 0x1 e 4x0
         Atlético PR x Sporting Cristal-PER 1x2 e 2x1 (5x4 nos pênaltis)

Todos os participantes da Pré-Libertadores (de 2005 a 2014)

Argentina
Arsenal 2008 e 2012
Lanús 2008 e 2014
Quilmes 2005
River Plate 2006
Velez Sarsfield 2007
Estudiantes 2009
Colon 2010
Newell's Old Boys 2010
Independiente 2011
Tigre 2013

Bolivia
Real Potosi 2009, 2010 e 2012
Oriente Petrolero 2005, 2006 e 2014
Bolivar 2011 e 2013
Blooming 2007
La Paz 2008

Brasil
Palmeiras 2005, 2006 e 2009
Cruzeiro 2008 e 2010
Grêmio 2011 e 2013
Goiás 2006
Santos 2007
Paraná 2007
Corinthians 2011
Flamengo 2012
Internacional 2012
São Paulo 2013
Atlético Paranaense 2014
Botafogo 2014

Chile
Colo Colo 2005 e 2006
Union Española 2011 e 2012
Universidad de Chile 2009 e 2014
Cobreloa 2007
Audax 2008
Universidad Catolica 2010
Deportes Iquique 2013

Colombia
Tolima 2007, 2011 e 2013
Atletico Junior 2005 e 2010
Santa Fé 2006 e 2014
América 2005
Boyacá Chicó 2008
Independiente Medellín 2009
Once Caldas 2012

Equador
LDU 2005, 2007 e 2013
Deportivo Cuenca 2006 e 2009
Deportivo Quito 2011 e 2014
El Nacional 2009 e 2012
Olmedo 2008
Emelec 2010

México
Chivas Guadalajara 2005 e 2006
América 2007
Atlas 2008
Pachuca 2009
Tecos 2010
Jaguares 2011
Tigres 2012
León 2013
Monarcas Morelia 2014

Paraguai
Tacuary 2005 e 2007
Nacional 2006 e 2009
Cerro Porteño 2008 e 2011
Libertad 2010 e 2012
Olímpia 2013
Guaraní 2014

Peru
Sporting Cristal 2007, 2009 e 2014
Cienciano 2005 e 2008
Universitário 2006
Juan Aurich 2010
Alianza Lima 2011
Sport Huancayo 2012
Universidad César Vallejo 2013

Uruguai
Peñarol 2005, 2009 e 2012
Defensor 2006 e 2013
Danubio 2007
Montevideu Wanderers 2008
Racing 2010
Liverpool 2011
Nacional 2014

Venezuela
Deportivo Tachira 2006, 2007 e 2010
Mineros 2005 e 2008
Deportivo Anzoatégui 2009 e 2013
Caracas 2012 e 2014
Deportivo Petare 2011